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Bacia do rio Paraíba do Sul

Em 21/09/2017, o volume útil do Reservatório Equivalente da Bacia do Rio Paraíba do Sul era 1.929hm³, o que equivale a 44,42% do seu volume útil total. Na mesma data do ano passado o armazenamento era de 48,32% do volume útil.

A vazão natural afluente ao reservatório de Paraibuna foi de 23m³/s e a vazão liberada, de 119m³/s. No mês de setembro, a vazão natural afluente média ao reservatório de Paraibuna é de 23m³/s e a vazão liberada média, de 118m³/s.

A vazão afluente ao reservatório de Jaguari foi de 4m³/s e a vazão liberada, de 9m³/s. No mês de setembro, a vazão afluente média ao reservatório de Jaguari é de 6m³/s e a vazão liberada média, de 9m³/s.

A vazão afluente ao reservatório de Santa Branca foi de 125m³/s e a vazão liberada, de 127m³/s. No mês de setembro, a vazão afluente média ao reservatório de Santa Branca é de 130m³/s e a vazão liberada média, de 132m³/s.

A vazão afluente ao reservatório de Funil foi de 145m³/s e a vazão liberada, de 180m³/s. No mês de setembro, a vazão afluente  média ao reservatório de Funil é de 151m³/s e a vazão liberada média, de 176m³/s.

A vazão afluente a Santa Cecília foi de 231m³/s e a liberada para o rio Paraíba do Sul foi de 120m³/s. No mês de setembro, a vazão afluente média a Santa Cecília é de 189m³/s e vazão liberada média, de 75m³/s.

A vazão defluente do reservatório de Pereira Passos para o rio Guandu foi de 122m³/s e vazão liberada média do mês de setembro é de 122m³/s.

Acompanhe aqui a situação diária dos reservatórios do Paraíba do Sul

Consulte aqui os relatórios mensais de monitoramento do Paraíba do Sul

Imagem diagrama

UHE – Usina Hidrelétrica

UEL – Unidade Elevatória

 

 

O rio Paraíba do Sul resulta da confluência dos rios Paraibuna e Paraitinga, que nascem no Estado de São Paulo, a 1.800 metros de altitude. O curso d’água percorre 1.150km, passando por Minas, até desaguar no Oceano Atlântico em São João da Barra (RJ). Os principais usos da água na bacia são: abastecimento, diluição de esgotos, irrigação e geração de energia hidrelétrica, sendo que o Paraíba do Sul é o principal manancial de abastecimento do estado do Rio de Janeiro. No leito do rio Paraíba do Sul estão localizados importantes reservatórios de usinas hidrelétricas, como Paraibuna, Santa Branca e Funil.

A bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul tem destacada importância no cenário nacional por estar localizada entre os maiores polos industriais e populacionais do País e pelo processo que envolve o gerenciamento de seus recursos hídricos. Caracteriza-se pelos acentuados conflitos de usos múltiplos e pelo peculiar desvio das águas para a bacia hidrográfica do rio Guandu com a finalidade de geração de energia e abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), formando o Sistema Hidráulico do Rio Paraíba do Sul, um intrincado e complexo conjunto de estruturas hidráulicas existentes nas bacias hidrográficas dos rios Paraíba do Sul e Guandu, que interliga as duas bacias.

A bacia do rio Paraíba do Sul tem uma área de aproximadamente 62.074km² e abrange 184 municípios, sendo 88 em Minas Gerais, 57 no Rio de Janeiro e 39 em São Paulo. Dos 52 municípios que são banhados pelo rio Paraíba do Sul, ou por seus reservatórios formadores (Paraibuna e Paraitinga), 28 captam água do Paraíba do sul para abastecimento.

Imagem de planilha

  Fonte: Atlas Brasil de Abastecimento Urbano de Água


Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul

Plano de Ações Complementares para a Gestão da Crise Hídrica na Bacia do Rio Paraíba do Sul - jun/2015

Plano de Ações Complementares para a Gestão da Crise Hídrica na Bacia do Rio Paraíba do Sul - jan/2015

 

Desde outubro de 2013, as chuvas registradas na região Sudeste, onde está localizada a Bacia do Paraíba do Sul, estão muito abaixo da média. Há dados disponíveis consolidados de níveis de rios desde 1930, que correspondem a uma série de 84 anos. Neste ano de 2014, as chuvas e vazões observadas foram as menores do histórico. Veja boletim diário dos reservatórios da bacia do Paraíba do Sul.

 

Vazões Liberadas na Estação Elevatória de Santa Cecília

A Resolução Conjunta ANA/DAEE/IGAM/INEA nº 1.382, de 7 de dezembro de 2015, entrou em vigor no dia 30 de novembro de 2016, conforme acordado entre os gestores federal (ANA) e estaduais (DAEE, INEA e IGAM). Esta resolução define as novas regras de operação do Sistema Hidráulico da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, objeto de homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A nova resolução reduz os limites mínimos de vazão e define estágios de deplecionamento (redução) para cada um dos reservatórios instalados na bacia hidrográfica. De acordo com a nova regra, a vazão a jusante (abaixo) dos reservatórios deve respeitar limites menores do que aqueles estabelecidos pela Resolução ANA nº 211/2003, revogada integralmente pelo atual normativo. Cada reservatório passa a operar com os seguintes limites mínimos de vazão instantânea: Paraibuna: 10 m³/s; Santa Branca: 30 m³/s; Jaguari: 4 m³/s; Funil: 70 m³/s; Santa Cecília: 71 m³/s; e Pereira Passos: 120 m³/s. O bombeamento para o rio Guandu em Santa Cecília, responsável pelo abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, passa a ser de 119 m³/s, considerando a média diária. 

Na Estação Elevatória Santa Cecília, no município de Barra do Piraí (RJ) é feita a divisão entre as águas que serão bombeadas para serem transpostas para o rio Guandu e as que seguirão para jusante da bacia (rio abaixo). Por um lado (rio Guandu), está o abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas da RMRJ, além de indústrias e outros usuários. Por outro, estão outras cidades e usuários.

A operação dos reservatórios do Paraíba do Sul é discutida periodicamente no âmbito do Grupo de Trabalho Permanente de Acompanhamento da Operação Hidráulica do Paraíba do Sul (GTAOH), do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), que conta, entre outros, coma participação der representantes dos órgãos gestores dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Com a entrada em vigor da Resolução Conjunta ANA/DAEE/IGAM/INEA nº 1.382/2015 fica instituído oficialmente o Grupo de Assessoramento à Operação do Sistema Hidráulico Paraíba do Sul (GAOPS), sob coordenação da Agência Nacional de Águas (ANA). Fazem parte do Grupo: representantes do DAEE, do IGAM,  do INEA-RJ, do ONS, e do CEIVAP.

A nova regra operativa compatibiliza os atuais usos da Bacia, como saneamento e produção de energia, com usos futuros, como a ampliação da Estação de Tratamento do Guandu, no Rio de Janeiro, e a interligação entre os reservatórios Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, e Atibainha, no Sistema Cantareira, em São Paulo.

 

Resoluções:

Resolução n° 1188 de 2016.

Resolução n° 561 de 2016.

Resolução n° 288 de 2016.

Resolução nº 65 de 2016.

Resolução Conjunta ANA/DAEE/IGAM/INEA nº 1.382 de 2015

Resolução nº 1.204 de 2015.

Resolução nº 714 de 2015.

Resolução nº 205 de 2015.

Resolução nº 145 de 2015.

Resolução nº 86 de 2015.

Resolução nº 2051 de 2014.

Resolução nº 2048 de 2014.

Resolução nº 1779 de 2014.

Resolução nº 1603 de 2014.

Resolução nº 1519 de 2014.

Resolução nº 1309 de 2014.

Resolução nº 1072 de 2014.

Resolução nº 1038 de 2014.

Resolução nº 898 de 2014.

Resolução nº 700 de 2014.

Resolução nº 418 de 2005.

Resolução nº 465 de 2004.

Resolução nº 98 de 2004.

Resolução nº 408 de 2003.

Resolução nº 282 de 2003.

Resolução nº 211 de 2003.

 

Interligação dos reservatórios Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, ao reservatório Atibainha que integra o Sistema Cantareira, bacia do rio Piracicaba 

No âmbito das discussões sobre a segurança hídrica da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul e para avaliar a proposta feita pelo governo do estado de São Paulo de interligar o reservatório Jaguari, localizado na bacia do rio Paraíba do Sul, ao reservatório Atibainha, que integra o Sistema Cantareira, localizado na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), em  9 de abril a ANA promoveu a primeira reunião técnica entre os estados que dividem a bacia (SP, MG e RJ) com o objetivo de harmonizar dados hidrológicos, demandas futuras e dados sobre a qualidade da água. Um grupo técnico formado por técnicos da ANA, do  Instituto Estadual do Meio Ambiente – RJ (Inea), do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE), do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e da AGEVAP foi criado para desenvolver uma proposta que atendesse às necessidades dos estados e aumentasse a segurança hídrica da bacia.

Em 16 de janeiro de 2015, o grupo técnico aprovou a viabilidade hidrológica da interligação, no estado de São Paulo, entre o reservatório de aproveitamento hidrelétrico Jaguari (UHE), que fica no rio Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, ao reservatório do rio Atibainha, que integra o Sistema Cantareira, localizado na Bacia PCJ. A operação da interligação entre os reservatórios das duas bacias hidrográficas só terá início quando as obras estiverem concluídas e começarem a valer as novas regras de operação dos reservatórios do Paraíba do Sul.

Observação:

A Resolução ANA 211, de 26 de maio de 2003 dispõe sobre as regras de operação do sistema hidráulico do Paraíba do Sul. No entanto, como medida preventiva para o enfrentamento da atual crise de escassez hídrica, desde maio de 2014 a ANA vem emitindo resoluções que buscam preservar os estoques disponíveis de água no reservatório equivalente desta Bacia. Atualmente em vigor, a Resolução ANA nº 1.204, de 26 de outubro de 2015, autoriza a flexibilização da vazão mínima a partir da barragem de Santa Cecília de 190 m³/s para 110 m³/s até 31 de janeiro de 2016.

Informações produzidas pelo grupo:

 

Ata da Reunião de Secretários do dia 10/03/2015

Relatório Técnico da Interligação Jaguari-Atibainha

 

- Dados de Referência dos Usos Múltiplos do Paraíba do Sul

a) Dados Diários dos Reservatórios do Paraíba do Sul

b) Dados Diários De Operação dos Reservatórios

c) Dados Cadastrais e Curvas

d) Curvas - CAV - Paraíba do Sul

e) Vazões Naturais Médias Mensais

f) Demanda do Rio de Janeiro

g) Demanda de São Paulo

h) Demanda de Minas Gerais

Ofícios:

ANA 257 – 7/11/2014  - Pedido de Plano de Contingência do Guandu para análise

ANA 274 – 7/11/2014  - Informações sobre providências do ONS

EA 457 – 5/11/2014 – Segurança hídrica no Rio de Janeiro










Agência Nacional de Águas - ANA
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