Serviços » Rio Paraíba do Sul 

Bacia do rio Paraíba do Sul

Em 22/08/2016, o volume útil do Reservatório Equivalente da Bacia do Rio Paraíba do Sul era 2.201hm³, o que equivale a 50,7% do seu volume útil total. Ressalte-se que, na mesma data do ano passado, em 22/08/2015, o armazenamento era de 7,95% do volume útil.
 
A vazão afluente ao reservatório de Paraibuna foi de 33m³/s e a vazão liberada, de 18m³/s.
No mês de agosto, a vazão afluente média ao reservatório de Paraibuna é de 27m³/s e a vazão liberada média, de 18m³/s.
 
A vazão afluente ao reservatório de Jaguari foi de 21m³/s e a vazão liberada, de 4m³/s.
No mês de agosto, a vazão afluente média ao reservatório de Jaguari é de 11m³/s e a vazão liberada média, de 4m³/s.
 
A vazão afluente ao reservatório de Santa Branca foi de 30m³/s e a vazão liberada, de 28m³/s.
No mês de agosto, a vazão afluente média ao reservatório de Santa Branca é de 25m³/s e a vazão liberada média, de 27m³/s.
 
A vazão afluente ao reservatório de Funil foi de 86m³/s e a vazão liberada, de 98m³/s.
No mês de agosto, a vazão afluente média ao reservatório de Funil é de 64m³/s e a vazão liberada média, de 104m³/s.
 
A vazão afluente a Santa Cecília foi de 122m³/s e a liberada para o rio Paraíba do Sul foi de 35m³/s.
No mês de agosto a vazão afluente média a Santa Cecília é de 113m³/s e vazão liberada média, de 35m³/s.
 
A vazão defluente do reservatório de Pereira Passos para o rio Guandu foi de 94m³/s e vazão liberada média do mês de agosto é de 88m³/s.
 
OBS.: Os dados para a confecção desse informe, obtidos junto ao Operador  Nacional do Sistema (ONS), são brutos e estão sujeitos a posterior consistência.




Acompanhe aqui a situação diária dos reservatórios do Paraíba do Sul

Consulte aqui os relatórios mensais de monitoramento do Paraíba do Sul

 

O rio Paraíba do Sul resulta da confluência dos rios Paraibuna e Paraitinga, que nascem no Estado de São Paulo, a 1.800 metros de altitude. O curso d’água percorre 1.150km, passando por Minas, até desaguar no Oceano Atlântico em São João da Barra (RJ). Os principais usos da água na bacia são: abastecimento, diluição de esgotos, irrigação e geração de energia hidrelétrica, sendo que o Paraíba do Sul é o principal manancial de abastecimento do estado do Rio de Janeiro. No leito do rio Paraíba do Sul estão localizados importantes reservatórios de usinas hidrelétricas, como Paraibuna, Santa Branca e Funil.

A bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul tem destacada importância no cenário nacional por estar localizada entre os maiores polos industriais e populacionais do País e pelo processo que envolve o gerenciamento de seus recursos hídricos. Caracteriza-se pelos acentuados conflitos de usos múltiplos e pelo peculiar desvio das águas para a bacia hidrográfica do rio Guandu com a finalidade de geração de energia e abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), formando o Sistema Hidráulico do Rio Paraíba do Sul, um intrincado e complexo conjunto de estruturas hidráulicas existentes nas bacias hidrográficas dos rios Paraíba do Sul e Guandu, que interliga as duas bacias.

Imagem diagrama

UHE – Usina Hidrelétrica

UEL – Unidade Elevatória

 

A bacia do rio Paraíba do Sul tem uma área de aproximadamente 62.074km² e abrange 184 municípios, sendo 88 em Minas Gerais, 57 no Rio de Janeiro e 39 em São Paulo. Dos 52 municípios que são banhados pelo rio Paraíba do Sul, ou por seus reservatórios formadores (Paraibuna e Paraitinga), 28 captam água do Paraíba do sul para abastecimento.

Imagem de planilha

  Fonte: Atlas Brasil de Abastecimento Urbano de Água


Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul

Plano de Ações Complementares para a Gestão da Crise Hídrica na Bacia do Rio Paraíba do Sul - jun/2015

Plano de Ações Complementares para a Gestão da Crise Hídrica na Bacia do Rio Paraíba do Sul - jan/2015

 

Desde outubro de 2013, as chuvas registradas na região Sudeste, onde está localizada a Bacia do Paraíba do Sul, estão muito abaixo da média. Há dados disponíveis consolidados de níveis de rios desde 1930, que correspondem a uma série de 84 anos. Neste ano de 2014, as chuvas e vazões observadas foram as menores do histórico. Veja boletim diário dos reservatórios da bacia do Paraíba do Sul.

 

Vazões Liberadas na Estação Elevatória de Santa Cecília

Na Estação Elevatória Santa Cecília, no município de Barra do Piraí (RJ) é feita a divisão entre as águas que serão bombeadas para serem transpostas para o rio Guandu e as que seguirão para jusante da bacia (rio abaixo). Por um lado (rio Guandu), está o abastecimento de cerca de nove milhões de pessoas da RMRJ, além de indústrias e outros usuários. Por outro, estão outras cidades e usuários.

Santa Cecília recebe vazões afluentes dos reservatórios de Funil, Jaguari, Santa Branca e Paraibuna, mais a vazão natural (chuvas) a partir de Funil. Em condições hidrológicas normais, a vazão mínima em Santa Cecília é 190 m³/s, sendo 71m³/s para atender aos usos a jusante à barragem e 119 m³/s para o bombeamento, ou seja, para a transposição para o rio Guandu, conforme estabelece a Resolução ANA 211, de 26 de maio de 2003, que dispõe sobre as regras a serem adotadas para a operação do sistema hidráulico do Paraíba do Sul.

No entanto, como medida preventiva para o enfrentamento dessa crise de escassez hídrica, desde maio de 2014, a ANA vem emitindo resoluções que buscam preservar os estoques disponíveis de água no reservatório equivalente desta bacia. Atualmente em vigor, a Resolução ANA nº 714, de 29 de junho de 2015, autoriza a flexibilização da vazão mínima a partir da barragem de Santa Cecília de 190 m³/s para 110 m³/s até 31 de outubro de 2015.

A operação dos reservatórios do Paraíba do Sul é discutida periodicamente no âmbito do Grupo de Trabalho Permanente de Acompanhamento da Operação Hidráulica do Paraíba do Sul (GTAOH), do Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (Ceivap), que conta, entre outros, coma participação der representantes dos órgãos gestores dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Resoluções:

Minuta de Resolução Conjunta ANA/DAEE/INEA/IGAM

Resolução nº 714 de 2015.

Resolução nº 205 de 2015.

Resolução nº 145 de 2015.

Resolução nº 86 de 2015.

Resolução nº 2051 de 2014.

Resolução nº 2048 de 2014.

Resolução nº 1779 de 2014.

Resolução nº 1603 de 2014.

Resolução nº 1519 de 2014.

Resolução nº 1309 de 2014.

Resolução nº 1072 de 2014.

Resolução nº 1038 de 2014.

Resolução nº 898 de 2014.

Resolução nº 700 de 2014.

Resolução nº 418 de 2005.

Resolução nº 465 de 2004.

Resolução nº 98 de 2004.

Resolução nº 408 de 2003.

Resolução nº 282 de 2003.

Resolução nº 211 de 2003.

 

Interligação dos reservatórios Jaguari, na bacia do Paraíba do Sul, ao reservatório Atibainha que integra o Sistema Cantareira, bacia do rio Piracicaba 

No âmbito das discussões sobre a segurança hídrica da bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul e para avaliar a proposta feita pelo governo do estado de São Paulo de interligar o reservatório Jaguari, localizado na bacia do rio Paraíba do Sul, ao reservatório Atibainha, que integra o Sistema Cantareira, localizado na bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ), em 9 de abril a ANA promoveu a primeira reunião técnica entre os estados que dividem a bacia (SP, MG e RJ) com o objetivo de harmonizar dados hidrológicos, demandas futuras e dados sobre a qualidade da água. Um grupo técnico formado por técnicos da ANA, do Instituto Estadual do Meio Ambiente – RJ (Inea), do Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (DAEE), do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e da AGEVAP foi criado para desenvolver uma proposta que atendesse às necessidades dos estados e aumentasse a segurança hídrica da bacia.

Em 16 de janeiro de 2015, o grupo técnico aprovou a viabilidade hidrológica da interligação, no estado de São Paulo, entre o reservatório de aproveitamento hidrelétrico Jaguari (UHE), que fica no rio Jaguari, na bacia do rio Paraíba do Sul, ao reservatório do rio Atibainha, que integra o Sistema Cantareira, localizado na Bacia PCJ. A operação da interligação entre os reservatórios das duas bacias hidrográficas só terá início quando as obras estiverem concluídas e começarem a valer as novas regras de operação dos reservatórios do Paraíba do Sul.

Observação:

A Resolução ANA 211, de 26 de maio de 2003 dispõe sobre as regras de operação do sistema hidráulico do Paraíba do Sul. No entanto, como medida preventiva para o enfrentamento da atual crise de escassez hídrica, desde maio de 2014 a ANA vem emitindo resoluções que buscam preservar os estoques disponíveis de água no reservatório equivalente desta Bacia. Atualmente está em vigor a Resolução ANA nº 2051, de 23 de dezembro de 2014, que autoriza a flexibilização das regras ao permitir que a vazão mínima a partir da barragem de Santa Cecília seja reduzida de 190 m³/s para 140 m³/s até 31 de janeiro de 2015.

Informações produzidas pelo grupo:

 

Ata da Reunião de Secretários do dia 10/03/2015

Relatório Técnico da Interligação Jaguari-Atibainha

 

- Dados de Referência dos Usos Múltiplos do Paraíba do Sul

a) Dados Diários dos Reservatórios do Paraíba do Sul

b) Dados Diários De Operação dos Reservatórios

c) Dados Cadastrais e Curvas

d) Curvas - CAV - Paraíba do Sul

e) Vazões Naturais Médias Mensais

f) Demanda do Rio de Janeiro

g) Demanda de São Paulo

h) Demanda de Minas Gerais

Ofícios:

ANA 257 – 7/11/2014  - Pedido de Plano de Contingência do Guandu para análise

ANA 274 – 7/11/2014  - Informações sobre providências do ONS

SEA 457 – 5/11/2014 – Segurança hídrica no Rio de Janeiro










Funciona preferencialmente no Mozilla
Agência Nacional de Águas - ANA
Setor Policial, área 5, Quadra 3, Blocos "B","L","M" e "T".
Brasília-DF CEP: 70610-200   PABX: (61) 2109-5400 / (61) 2109-5252
Melhor visualizado em 1024x768 com Firefox 3 e IExplorer 7 ou superiores